Roberth Rodrigues comenta sobre a moda consciente e a importância desse movimento

Roberth Rodrigues

A moda consciente procura roupas e acessórios atemporais, que não tem descarte rápido, se preocupando com a origem da produção, os artigos confeccionados e quais impactos para o meio ambiente e os animais essas peças irão trazer.

Diferente da moda sustentável, a moda consciente depende do consumidor, que são responsáveis por desenvolver atos que sejam socioambientais. Ou seja, o público é o único que consegue aumentar ou diminuir a demanda pelo slow fashion.

Para ter uma noção, segundo a Fundação Ellen MacArthur, menos de 1% das roupas produzidas no mundo é reciclada. Esse consumo excessivo acaba gerando poluição e o mercado acaba produzido massivamente em países de terceiro mundo onde a mão de obra é mais barata.

Como o movimento da moda consciente surgiu?
O termo slow fashion surgiu na moda sustentável em 2007, quando a pesquisadora inglesa Kate Fletcher propôs um movimento em que as pessoas envolvidas na fabricação de roupas fossem respeitadas e valorizadas. Ele surge, então, como uma alternativa para oferecer peças de qualidade, feitas a partir de processos e tecidos sustentáveis.

Roberth Rodrigues.

Além disso, o conceito contrapõe-se ao fast fashion. Esse é um termo que surgiu na década de 1990, com o barateamento da matéria-prima têxtil e da mão de obra. De um modo geral, ele envolve um sistema de fabricação, consumo e descarte constante e acelerado.

Por um lado, esse conceito traz mais acesso e possibilidade de compra, uma vez que os produtos geralmente têm preços mais acessíveis, e mais rentabilidade para as empresas, que trabalham em larga escala.

“Precisamos refletir e apoiar marcas que tem uma pegada mais sustentável, saber de onde é a origem dos materiais e qual é a mão de obra, pois muitas vezes são escravistas”, comenta Roberth Rodrigues .

A moda consciente tem várias maneiras para começar a contribuir, como investir em roupas feitas com tecidos sustentáveis, optar por calcinhas absorventes e apoiar projetos, além de apoiar campanhas relacionadas a esse tema.

Roberth Rodrigues.

“A indústria têxtil é uma das que mais consomem recursos naturais, por isso, é sempre legal dar mais valor as suas roupas e acessórios, também aos brechós, onde pode achar roupas mais baratas e bem conservadas e não esquecer de fazer o descarte corretamente”, finaliza o influencer.

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