Estudo sobre rejuvenescimento do tecido por meio da retração com uso de peeling polihidroxiácidos técnicas de sangria é aprovado em comitê

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Em artigo publicado na CPAH, a esteticista e cosmetóloga Daniela Lopez comprova que a associação das substâncias é eficaz para rejuvenescimento

Uma pesquisa conduzida pela Escola Superior de Estética Cosmetologia (ESEC), em parceria com o Centro de Pesquisas e Análises Heráclito (CPAH), buscou entender como o uso do peeling orgânico, intercalado com mescla de intradérmicos e técnicas de sangria para rejuvenescimento, a fim de que se consiga uma eficácia no tratamento de rejuvenescimento em região diversificada por retração tecidual.

Para o estudo, foram utilizados os poli-hidroxiácidos PHA’s, substâncias que fazem parte das categorias de peeling orgânicos. Esses são ativos derivados do açúcar e insumos orgânicos, que ajudam a suavizar rugas superficiais, médias e profundas; manchas senis; flacidez de pele; pele seca, dentre outros. É indicado para todos os tipos de pele e pode ser aplicada em qualquer região do corpo.

Para o uso de técnicas de sangria, foi utilizado o microagulhamento 2,00 mm, dermapen, ventosaterapia e eletropuntura, em uma junção com aplicação tópica de Vit.E, A, DMAE, Colágeno e Acido Hialurônico. Já no uso de intradérmicos, houve a aplicação de Vitamina C e o dimetilaminoetanol.

Responsável pela condução da pesquisa, Daniela Valentina Lopez, graduada em Estética e Cosmetologia pela Universidade Braz Cubas, pós-graduada em intradérmicos e subcutâneos pela FAISP e Especialista em Estética e Cosmetologia Avançada pela Universidade Federal de São Paulo (USP), explica o que se observou.

“Os procedimentos foram realizados em 6 voluntários que possuem envelhecimento tecidual, ptose e discromias, com idades entre 35 e 50 anos. Pude observar que uma melhora da aparência clínica da pele nas diferentes faixas etárias, com a restauração da textura juvenil e saúde da pele”, disse. O período de teste foi de 30 dias, o qual semanalmente os pacientes eram avaliados.

De acordo com o relatório, as voluntárias foram acompanhadas semanalmente em horários pré-agendados, durante cinco semanas, totalizando 5 avaliações, com um tempo de procedimento de 50 minutos. A avaliação dos resultados se deu de forma visual a partir da comparação das fotografias, disponíveis no anexo.

“Os resultados obtidos através de registros fotográficos mostram que a associação de peeling orgânico com as mesclas de ativos na técnica de sangria, complementado com o uso home care, proporcionou um melhor clareamento e rejuvenescimento do tecido, em comparação com o resultado obtido no protocolo adotado somente com as mesclas ativas, Peeling Orgânico e home care”.

Avaliado pelo comitê Centro de Pesquisas e Análises Heráclito (CPAH), o estudo da esteticista foi aprovado e publicado na revista científica Cientific Journal of Health.

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